Fechamento de Mercado: Ibovespa apaga alta antes do Copom; Petrobras pesa e dólar fecha a R$ 5,13
Índice chegou a superar os 180 mil pontos, mas perdeu força no fim do pregão; Dow Jones e S&P 500 renovaram recordes, enquanto o ouro avançou mais de 3%.

O Ibovespa encerrou esta quarta-feira, 5 de agosto de 2026, em leve queda de 0,05%, aos 177.807,50 pontos, depois de superar os 180 mil pontos durante a manhã. O impulso inicial veio do ambiente externo mais favorável, do avanço de ações ligadas ao setor financeiro e da reação positiva aos números trimestrais do Itaú, mas o movimento perdeu força com a piora da Petrobras e a redução de posições antes da decisão do Comitê de Política Monetária.
No câmbio, o dólar à vista caiu 0,05%, para R$ 5,1282, refletindo principalmente o enfraquecimento da moeda norte-americana no exterior. A estabilidade relativa do real mostrou que, apesar da volatilidade na bolsa e do aumento da cautela doméstica, não houve uma saída generalizada de capital nem uma busca intensa por proteção cambial.
Em Nova York, o desempenho foi misto. O Dow Jones avançou 0,83% e o S&P 500 subiu 0,07%, ambos em níveis recordes, enquanto o Nasdaq recuou 0,49%, pressionado pela realização de lucros em empresas de tecnologia. A possibilidade de um entendimento envolvendo o Irã e o Estreito de Ormuz reduziu parte do prêmio de risco geopolítico, mas não eliminou a procura por ativos defensivos, levando o ouro a subir mais de 3%.
Destaque do dia
O principal tema do pregão foi o contraste entre a melhora do ambiente internacional e a cautela crescente no mercado doméstico. No exterior, sinais de avanço nas negociações envolvendo o Irã, Omã e a navegação pelo Estreito de Ormuz reduziram o risco imediato de interrupção relevante no fornecimento global de petróleo. A perspectiva de menor pressão sobre a energia favoreceu ações cíclicas e ajudou o Dow Jones e o S&P 500 a renovarem máximas.
O movimento externo permitiu que o Ibovespa avançasse mais de 1% durante a manhã e superasse temporariamente os 180 mil pontos. O setor financeiro contribuiu para a alta, especialmente após o Itaú divulgar lucro recorrente gerencial de aproximadamente R$ 12,4 bilhões no segundo trimestre, crescimento anual de 7,8% e resultado próximo das expectativas do mercado.
O índice, entretanto, não conseguiu sustentar a valorização. A queda das ações da Petrobras retirou pontos importantes do Ibovespa, enquanto investidores diminuíram a exposição direcional antes do anúncio do Copom. O noticiário eleitoral doméstico também coincidiu com uma perda de fôlego dos ativos locais, ampliando a volatilidade intradiária.
O resultado foi um pregão dividido: o ambiente internacional permaneceu moderadamente favorável ao risco, mas o mercado brasileiro terminou em posição mais defensiva. O dólar pouco mudou e a curva de juros aguardava principalmente o conteúdo do comunicado do Banco Central, considerado mais relevante do que o corte de juros amplamente esperado.
O exterior abriu espaço para o risco, mas o mercado doméstico preferiu reduzir posições antes do Copom.
Cenário macro e política
Panorama internacional
Em Wall Street, o Dow Jones ganhou 0,83%, aos 54.533,87 pontos, enquanto o S&P 500 avançou 0,07%, aos 7.742,05 pontos. O Nasdaq recuou 0,49%, para 26.455,43 pontos, refletindo a realização de lucros em empresas de tecnologia e a reação negativa a resultados corporativos, incluindo AMD e SpaceX.
O mercado também avaliou dados econômicos abaixo das expectativas. O relatório da ADP mostrou a criação de 44 mil vagas no setor privado norte-americano, ante projeção de aproximadamente 70 mil. Já o índice de serviços do ISM ficou em 54,1 pontos, ligeiramente abaixo dos 54,5 esperados, mas ainda acima do nível de 50 pontos que indica expansão da atividade.
Os números reforçaram a percepção de desaceleração gradual da economia dos Estados Unidos, embora ainda não tenham sido suficientes para consolidar uma mudança mais dovish do Federal Reserve. Declarações de dirigentes do banco central norte-americano continuaram indicando preocupação com a inflação, mantendo a possibilidade de novos ajustes de juros no radar.
Na Europa, o índice Stoxx 600 avançou cerca de 0,04% e renovou máxima histórica. Na Ásia, bolsas como Tóquio e Seul subiram mais de 3%, favorecidas pelo desempenho de empresas ligadas a semicondutores, inteligência artificial e pela redução parcial do prêmio de risco relacionado ao Oriente Médio.
O índice DXY, que mede o dólar contra uma cesta de moedas fortes, caiu 0,17%, para aproximadamente 99,57 pontos. A combinação de dólar mais fraco, procura por proteção e acomodação dos rendimentos dos Treasuries favoreceu o ouro, que registrou forte valorização durante a sessão.
Cenário doméstico e política
No Brasil, a principal referência foi a decisão do Copom. A expectativa predominante era de redução de 25 pontos-base na Selic, de 14,25% para 14,00% ao ano. Levantamento da Reuters indicava que 38 de 42 instituições consultadas esperavam um corte dessa magnitude, tornando o comunicado do Banco Central mais relevante do que a própria decisão.
O mercado buscava indicações sobre a possibilidade de novos cortes, o balanço de riscos para a inflação e o grau de preocupação do Banco Central com a política fiscal, o mercado de trabalho e a desancoragem das expectativas. Uma comunicação mais hawkish poderia limitar o fechamento da curva, enquanto uma sinalização mais dovish abriria espaço para redução adicional dos prêmios nos vencimentos intermediários.
Na atividade econômica, o PMI de serviços brasileiro caiu de 51,3 pontos em junho para 49,7 em julho. A leitura abaixo de 50 indicou uma leve contração do setor, reforçando os sinais de perda de ritmo da economia e contribuindo para o argumento favorável ao início de uma flexibilização monetária gradual.
No campo político, o anúncio de Alfredo Gaspar como candidato a vice na chapa de Flávio Bolsonaro coincidiu com uma redução do apetite ao risco no mercado local. Embora não seja possível atribuir toda a reversão do Ibovespa ao noticiário eleitoral, a manchete adicionou volatilidade a um pregão que já apresentava cautela antes do Copom.
As taxas finais dos principais contratos de juros futuros ainda não estavam consolidadas no corte desta edição. DI janeiro de 2027: [Inserir Dado]. DI janeiro de 2029: [Inserir Dado]. DI janeiro de 2031: [Inserir Dado]. Também não havia informação consolidada sobre o fluxo estrangeiro do pregão: [Inserir Dado].
Mercados em números
| Ativo | Fechamento | Variação |
|---|---|---|
| Ibovespa | 177.807,50 pontos | -0,05% |
| S&P 500 | 7.742,05 pontos | +0,07% |
| Nasdaq | 26.455,43 pontos | -0,49% |
| Dólar à vista | R$ 5,1282 | -0,05% |
| Euro | R$ 5,9254 | -0,16% |
| DXY | 99,57 pontos | -0,17% |
| Brent | US$ 79,45 | +0,11% |
| WTI | US$ 75,22 | -0,73% |
| Ouro | US$ 4.305,26 | +3,70% |
Os números mostram um pregão sem uma direção única entre as diferentes classes de ativos. O avanço do Dow Jones e do S&P 500 indicou continuidade do apetite por setores mais tradicionais da economia norte-americana, enquanto a queda do Nasdaq revelou maior seletividade e realização de lucros em empresas de tecnologia.
No Brasil, a pequena variação do Ibovespa escondeu uma oscilação intradiária relevante. O índice saiu de uma alta superior a 1% para uma leve queda, evidenciando que o fluxo comprador não foi suficiente para absorver a pressão da Petrobras e a redução de risco antes da decisão monetária.
O dólar e o euro recuaram diante do real, acompanhando a fraqueza global da moeda norte-americana. Entre as commodities, o petróleo terminou sem direção única, enquanto o ouro se destacou com forte valorização, refletindo simultaneamente a queda do dólar, o comportamento dos juros internacionais e a manutenção de alguma demanda por proteção.
Commodities, câmbio e ouro
Petróleo
Os contratos de petróleo encerraram o dia em direções opostas. O Brent para outubro avançou 0,11%, a US$ 79,45 por barril, enquanto o WTI para setembro caiu 0,73%, a US$ 75,22 por barril.
A possibilidade de um entendimento para reduzir os riscos à navegação pelo Estreito de Ormuz limitou o prêmio geopolítico acumulado nos preços. Por outro lado, um novo ataque atribuído aos houthis contra um navio-tanque saudita manteve a percepção de que as rotas energéticas do Oriente Médio continuam vulneráveis.
Nos Estados Unidos, os estoques comerciais de petróleo aumentaram aproximadamente 2,5 milhões de barris na semana, contrariando a expectativa de queda de cerca de 1,2 milhão. O aumento dos estoques pressionou principalmente o WTI, por sugerir uma relação de oferta e demanda menos apertada no mercado norte-americano.
A sinalização recente da Opep+ de um aumento modesto na produção a partir de setembro também permaneceu no pano de fundo. Além disso, o relaxamento de controles chineses sobre exportações de combustíveis adicionou uma possível fonte de oferta de derivados, embora o principal catalisador da sessão tenha continuado sendo o cenário geopolítico.
Minério de ferro
O contrato mais negociado do minério de ferro na bolsa de Dalian avançou 0,93%, para 706 yuans por tonelada, equivalente a aproximadamente US$ 104,64. A alta interrompeu uma sequência de oito sessões negativas. Em Singapura, o contrato de setembro registrava avanço de aproximadamente 0,5%, próximo de US$ 94,35 por tonelada.
O movimento foi impulsionado pelo risco de uma paralisação de dois dias no terminal de Port Hedland, na Austrália, uma das principais rotas de exportação de minério do mundo e importante para as operações da BHP. A possibilidade de interrupção temporária elevou a preocupação com a oferta de curto prazo.
A valorização ofereceu suporte relativo às ações da Vale e de outras empresas ligadas à cadeia siderúrgica, como CSN Mineração, CSN e Usiminas. Entretanto, uma recuperação mais consistente ainda depende da demanda chinesa por aço, da atividade da construção civil e da efetividade de novos estímulos econômicos em Pequim.
Os estoques portuários chineses não foram o principal catalisador da sessão. A leitura atualizada deverá ser complementada quando divulgada: [Inserir Dado].
Dólar e ouro
O dólar à vista encerrou a R$ 5,1282, com queda de 0,05%. A moeda brasileira acompanhou a desvalorização internacional do dólar, mas apresentou pouca amplitude porque os investidores evitaram aumentar posições antes do comunicado do Banco Central.
O DXY recuou 0,17%, para 99,57 pontos. A fraqueza da moeda norte-americana reduziu o custo das commodities denominadas em dólar e contribuiu para o avanço do ouro, especialmente para investidores que operam em outras moedas.
O contrato de ouro para dezembro subiu 3,70%, para US$ 4.305,26 por onça-troy. Além do dólar mais fraco, o metal foi favorecido pela procura por proteção diante da incerteza geopolítica e pela expectativa de menor pressão sobre os juros reais norte-americanos.
A alta simultânea das bolsas e do ouro não representa necessariamente uma contradição. Enquanto parte do mercado aumentou exposição a ações diante da perspectiva de menor risco energético, outros investidores mantiveram posições defensivas porque o eventual acordo sobre o Estreito de Ormuz ainda não havia sido concluído.
Renda variável e destaques corporativos
Maiores altas do Ibovespa
RADL3 — +5,67%
Fechamento: R$ 20,51
As ações da Raia Drogasil lideraram os ganhos após a companhia divulgar lucro líquido ajustado de R$ 432 milhões no segundo trimestre, alta anual de 7,4%. Excluindo os efeitos da 4Bio, o lucro ajustado alcançou R$ 424 milhões, crescimento de 23,4%. O Ebitda ajustado avançou 17,9%, para aproximadamente R$ 1,02 bilhão, enquanto a receita líquida chegou a cerca de R$ 11 bilhões.
EMBJ3 — +2,70%
Fechamento: R$ 92,95
A Embraer foi favorecida pela assinatura de um contrato com a Colômbia para o fornecimento de duas aeronaves militares KC-390 Millennium, além de um pacote de suporte e serviços. O acordo amplia a presença internacional do programa e torna a Colômbia o segundo operador latino-americano do modelo, depois do Brasil.
BRAV3 — +2,69%
Fechamento: R$ 19,46
As ações da Brava Energia avançaram com a repercussão da oferta pública apresentada pela Ecopetrol para aquisição de aproximadamente 116,1 milhões de ações, equivalentes a cerca de 25% do capital. A proposta de R$ 23 por ação representa prêmio sobre a média recente e, caso concluída integralmente, poderá levar a companhia colombiana a uma participação próxima de 51%.
Maiores baixas do Ibovespa
HAPV3 — -4,84%
Fechamento: R$ 11,21
As ações da Hapvida recuaram antes da divulgação do resultado trimestral prevista para 12 de agosto. O movimento ocorreu em meio à redução de exposição antes do balanço e às preocupações relacionadas à compressão de margens, à projeção de fluxo de caixa livre negativo em 2026 e à transição na liderança da companhia.
CEAB3 — -4,32%
Fechamento: R$ 9,30
A C&A divulgou lucro líquido ajustado de R$ 130,1 milhões, crescimento anual de 4,3%, mas a receita líquida avançou apenas 1,2% e o Ebitda ajustado permaneceu praticamente estável, em R$ 435,9 milhões. A reação negativa indica que o mercado concentrou-se na desaceleração da receita, na estabilidade do resultado operacional e em uma base de comparação elevada, apesar da melhora da margem bruta.
CSAN3 — -3,46%
Fechamento: R$ 3,91
Corporativo e balanços
O Itaú Unibanco divulgou lucro recorrente gerencial de aproximadamente R$ 12,4 bilhões no segundo trimestre de 2026, crescimento anual de 7,8%. O resultado ficou próximo das projeções do mercado e ajudou as ações do banco a permanecerem no campo positivo, oferecendo sustentação ao Ibovespa durante parte do pregão.
A Klabin registrou lucro líquido de aproximadamente R$ 387 milhões, queda anual de 34%. A receita líquida somou cerca de R$ 5,15 bilhões, retração próxima de 2%, enquanto o Ebitda ajustado atingiu aproximadamente R$ 1,96 bilhão, com margem ao redor de 38%. Apesar da queda do lucro, alguns indicadores operacionais vieram acima das estimativas de consenso.
O GPA apresentou prejuízo líquido de R$ 204 milhões, deterioração anual de 15,5%. Em contrapartida, o Ebitda ajustado avançou 7,3%, para R$ 450 milhões, e a margem operacional aumentou de aproximadamente 9% para 10,6%, mostrando melhora da eficiência mesmo diante do prejuízo contábil.
O resultado do Bradesco estava previsto para depois do fechamento do mercado, mas não havia sido disponibilizado no corte desta edição. Lucro, margem financeira, inadimplência, custo de crédito e reação das ações: [Inserir Dado].
O que monitorar amanhã
Na quinta-feira, 6 de agosto, a principal referência para os ativos brasileiros será a leitura completa da decisão e do comunicado do Copom. O mercado avaliará se o Banco Central indicará continuidade dos cortes, dependência dos próximos dados ou uma postura mais cautelosa diante das expectativas de inflação e dos riscos fiscais.
Nos Estados Unidos, serão divulgados os pedidos semanais de seguro-desemprego e os dados de produtividade e custos unitários do trabalho. Números mais fracos podem reduzir a pressão sobre os rendimentos dos Treasuries, enquanto uma surpresa de alta nos custos trabalhistas poderá reforçar o discurso hawkish do Federal Reserve.
No ambiente corporativo, os investidores acompanharão a teleconferência do Bradesco e uma agenda relevante de resultados, incluindo Petrobras, Lojas Renner, Magazine Luiza e Localiza. Os horários e datas podem sofrer ajustes pelas companhias.
O mercado também continuará monitorando as negociações relacionadas ao Estreito de Ormuz. Um acordo efetivo poderá retirar prêmio do petróleo e reduzir preocupações inflacionárias globais. Em sentido contrário, novos ataques a embarcações ou interrupções logísticas podem devolver volatilidade às commodities e aos ativos de risco.
A visão da Case de Valor
O pregão desta quarta-feira não apresentou uma mudança estrutural de tendência, mas mostrou que o Ibovespa encontra maior resistência quando se aproxima e supera a região dos 180 mil pontos. A perda de força após uma alta superior a 1% indica realização de lucros e menor disposição dos investidores para carregar risco antes de eventos monetários relevantes.
A estabilidade do dólar é um sinal importante. Mesmo com a reversão da bolsa e o aumento da volatilidade política, não houve uma busca intensa pela moeda norte-americana. Isso sugere que o movimento foi predominantemente uma redução tática de posições na renda variável, e não uma deterioração generalizada da percepção de risco sobre o Brasil.
No exterior, os recordes do Dow Jones e do S&P 500 mantêm o ambiente construtivo, mas a queda do Nasdaq mostra que o mercado está mais seletivo. Valuations elevados e expectativas agressivas de crescimento deixam empresas de tecnologia mais sensíveis a resultados abaixo do esperado ou guidances conservadores.
As commodities também não apresentaram um sinal único. O minério de ferro avançou por preocupação com a oferta australiana, o petróleo terminou misto e o ouro disparou. Esse comportamento reforça que fatores específicos, como geopolítica, estoques e riscos de produção, estão prevalecendo sobre uma narrativa macroeconômica uniforme.
Para o investidor, o ponto central permanece sendo a disciplina. Um índice em máxima não significa que todos os ativos estejam caros, assim como uma correção intradiária não representa necessariamente o início de uma tendência de baixa. A leitura deve combinar fundamentos, preços, qualidade dos resultados, cenário macroeconômico e controle de risco.
Superar uma máxima mostra apetite. Sustentar o fechamento exige convicção.
O comunicado do Copom e os próximos resultados corporativos ajudarão a definir se o mercado brasileiro terá fundamentos para consolidar níveis mais altos ou se continuará oscilando dentro de um processo de realização e rotação setorial. A construção de patrimônio continua dependendo menos da tentativa de antecipar cada pregão e mais de uma carteira coerente com horizonte, objetivos e tolerância ao risco.
Este conteúdo possui caráter exclusivamente informativo e educacional. Não constitui recomendação de compra ou venda de ativos financeiros. Dados de mercado podem sofrer ajustes conforme novas divulgações e atualizações das fontes oficiais.
Fontes consultadas
- StatusInvest — Fechamento do Ibovespa
- Money Times — Fechamento da bolsa, câmbio e destaques do pregão
- Reuters — Fechamento de Wall Street e indicadores dos Estados Unidos
- Reuters — Desempenho dos mercados globais, Europa, dólar e ouro
- Reuters — Expectativas para a decisão do Copom
- Banco Central do Brasil — Comunicados oficiais do Copom
- S&P Global — PMI de serviços do Brasil
- Money Times — Fechamento do petróleo e estoques norte-americanos
- Reuters via Investing.com — Minério de ferro e risco de paralisação na Austrália
- Money Times — Resultado trimestral da Raia Drogasil
- Reuters — Contrato da Embraer com a Colômbia
- Reuters — Oferta da Ecopetrol pela Brava Energia
- Money Times — Resultado trimestral da C&A
- Investing.com — Desempenho das ações da Hapvida
- InfoMoney — Resultado trimestral do Itaú
- Money Times — Resultado trimestral da Klabin
- Bradesco RI — Agenda de divulgação do segundo trimestre
- InfoMoney — Calendário de resultados corporativos
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